China e Russia vetam sanções da ONU contra a Siria pela terceira vez diz o site JB
Nesta ultima Quinta-feira Pela terceira vez em nove meses, Rússia e China vetaram a resolução do Conselho de Segurança da ONU que ameaçava as autoridades sírias com sanções caso não parassem de usar armas pesadas contra a oposição e não retirassem as tropas de vilarejos e cidades. A resolução teve 11 votos a favor, dois contra e duas abstenções.
A votação estava prevista inicialmente para esta quarta-feira, mas foi adiada para a manhã de hoje a pedido de Kofi Annan, negociador internacional para o conflito, que ainda esperava conseguir um acordo com Moscou.
O Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes com poder de veto: Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.
O representante do Reino Unido na ONU, Mark Lyall Grant, lamentou o veto da Rússia e China.
está materia foi baseada na coluna do site www.jb.com.br
em 20 de Julho de 2012
No dia em que o Parlamento alemão aprovou um resgate dos bancos da Espanha, o mercado financeiro castigou o país ibérico. O jornal local El País observa que, na quinta-feira 19, a Espanha teve que oferecer juros de 5,2%, 6,4% e 6,7%, respectivamente, para títulos de dois, cinco e sete anos. Esses porcentuais são os mais altos desde a criação do euro.
Os papéis de dez anos eram negociados com juros de mais de 7%. Essa marca, nos últimos tempo, tem sido praticamente um divisor de águas para países europeus. Irlanda, Grécia e Portugal, quando atingiram esse porcentual, tiveram que receber ajuda externa.
Toda essa desconfiança acontece, vale repetir, no momento em que o legislativo da Alemanha, maior economia da Europa, dá sinal verde para a Espanha ter acesso a uma ajuda de 100 bilhões de euros, como afirmou o jornal El País em outra reportagem.
Mais do que isso: a falta de credibilidade permanece mesmo depois que o governo anuncia o maior ajuste fiscal do país desde a democratização. Tal anúncio, aliás, se não foi suficiente para tranquilizar investidores, foi capaz de tirar do sério grande parte dos espanhóis. Na quinta-feira, manifestações contra o corte de gastos e aumento de impostos reuniram 100 mil pessoas na Espanha, segundo cálculos do jornal El País.
Matéria do site msn estadão
Os papéis de dez anos eram negociados com juros de mais de 7%. Essa marca, nos últimos tempo, tem sido praticamente um divisor de águas para países europeus. Irlanda, Grécia e Portugal, quando atingiram esse porcentual, tiveram que receber ajuda externa.
Toda essa desconfiança acontece, vale repetir, no momento em que o legislativo da Alemanha, maior economia da Europa, dá sinal verde para a Espanha ter acesso a uma ajuda de 100 bilhões de euros, como afirmou o jornal El País em outra reportagem.
Mais do que isso: a falta de credibilidade permanece mesmo depois que o governo anuncia o maior ajuste fiscal do país desde a democratização. Tal anúncio, aliás, se não foi suficiente para tranquilizar investidores, foi capaz de tirar do sério grande parte dos espanhóis. Na quinta-feira, manifestações contra o corte de gastos e aumento de impostos reuniram 100 mil pessoas na Espanha, segundo cálculos do jornal El País.
Matéria do site msn estadão


